sábado, 8 de fevereiro de 2014



Cientistas russos afirmam: Nova Era Glacial começará em 2014
Contrariando a teoria de aquecimento global, dois cientistas russos afirmam que a Terra se aproxima rapidamente de um novo período glacial, que começará a partir do ano que vem. Os pesquisadores Vladimir Bashkin e Rauf Galiulin, do Instituto Gazprom VNIIGAZ, acreditam que os seres humanos, na realidade, não exercem grande influência nas mudanças climáticas. Eles defendem que planeta está, na verdade, passando por diferentes ciclos de atividade solar, e a próxima fase será marcada por um decréscimo gradual da temperatura até atingir um pico glacial em 50 anos.

E os pesquisadores não param por aí. A dupla alega que o alarde atual em torno das mudanças climáticas é parte de uma conspiração com objetivo de desacelerar o consumo de petróleo, gás e carbono - três insumos essenciais à vida moderna -, e controlar os preços deste mercado. Apesar de polêmicas, as declarações dos dois cientistas não representam uma opinião isolada. No ano passado, Jabibula Absusamatov, diretor do setor de Investigações Espaciais do Observatório de Pulkovo e membro da Academia Russa de Ciências, confirmou a previsão de que a temperatura do planeta começará a baixar em 2014, alcançando seu pico de redução em 2055.
Disponível em: The Histry Chanel. Acessado em: 9 de fevereiro de 2014.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012


QUAL A CAUSA DAS GLACIAÇÕES?


Publicado 26/05/2008

Os cientistas discutem constantemente as razões da existência de ciclos climáticos que fazem as glaciações surgirem e terminarem. A teoria mais famosa, apresentada em 1920 pelo matemático iugoslavo Milutin Milankovitch, defende que o clima da Terra é determinado pelo volume de energia que ela recebe do sol. Segundo Milankovitch, essa insolação — incidência de radiação solar — é ditada, por sua vez, por três fatores astronómicos.

O primeiro é a natureza irregular da órbita terrestre em torno do Sol. Em um período de 100 mil anos a órbita do planeta passa de um círculo quase perfeito para uma forma ligeiramente oval. À medida que tal excentricidade aumenta, ocorre o mesmo com o afélio — distância mínima entre a Terra e o Sol —, causando menor insolação e temperaturas mais baixas.

O segundo fator é a inclinação do eixo de rotação da Terra, que varia de 21,8 a 24,4 graus, a cada 40 mil anos. Com o máximo de inclinação, a insolação e as temperaturas caem. O terceiro fator de Milankovitch, a precessão, se refere ao modo pelo qual a Terra oscila em seu eixo, como um pião. Em períodos de 21 mil anos, tal fenômeno afeta a inclinação do planeta e traz temperaturas mais frias. Quando os três fatores se reforçam mutuamente, eles mergulham a Terra em uma glaciação.

Embora Milankovitch tenha demonstrado que as glaciações do passado coincidem com períodos de insolação mínima, outros cientistas descobriram depois que os fatores astronômicos, isolados, não fazem baixar drasticamente as temperaturas.

Tais fatores podem bastar, contudo, para deflagrar uma cadeia de eventos climáticos que desencadeariam a próxima glaciação. Na verdade, simulações de computador revelaram que a Terra poderia passar de seu atual período intergiaclal para uma autêntica Era Glacial em apenas 60 mil anos; e também que a diminuição das médias de temperatura necessária para isso seria de apenas 6 graus Celsius.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Gestão ambiental deve ser prioridade

PLANEJAMENTO AMBIENTAL

Gestão ambiental deve ser prioridade

Sensibilizar os gestores públicos para as questões ambientais está entre os objetivos da Agenda Ambiental na Administração Pública - A3P, que foi lançada nesta quinta-feira (20)

Beatriz Scariot

(Redação Passo Fundo / DM)

21.10.2011

Editora do Blitz - bia@diariodamanha.net

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente realizou nesta quinta-feira (20) o lançamento da Agenda Ambiental na Administração Pública, conhecida como A3P. O projeto criado em 1999 pelo Ministério do Meio Ambiente tem como objetivo inserir ações e atividades voltadas ao meio ambiente e a sustentabilidade dentro dos órgãos públicos dos poderes executivo, legislativo e judiciário.

A proposta que surgiu ainda durante a Rio 92, faz parte da Agenda 21 e serve como estímulo para que os órgãos públicos, como é o caso da Prefeitura Municipal, incorporem princípios e critérios de gestão ambiental nas atividades administrativas, com intuito de sensibilizar os servidores para as questões ambientais.

Tendo em vista a questão ambiental como uma prioridade, o município de Passo Fundo aderiu a A3P em julho de 2010, sendo pioneiro no Estado a fazer parte do programa, como explicou o secretário de Meio Ambiente, Clóvis Alves: “Passo Fundo foi o primeiro município gaúcho e único até hoje a ter esse convênio com o Ministério de Meio Ambiente. Hoje fazem parte desse projeto cerca de 350 órgãos públicos no Brasil. Podemos dizer que a adesão ainda é muito fraca, mas mesmo assim, com esses órgãos que já fazem parte, é possível socializar ações e iniciativas que são implantadas dentro das administrações, e discutidas entre todos”, argumentou.

Para que as ações começassem a ser realizadas foi criada uma comissão especial com representantes de todas as secretarias da Prefeitura, com intuito de promover o uso racional dos recursos naturais e dos bens públicos, como o manejo adequado e a diminuição do volume de resíduos gerados, ações de licitação sustentável/compras verdes e também o processo de formação continuada dos servidores públicos.

Algumas ações já começaram a sair do papel, como é o caso da confecção de copos retornáveis e reciclagem de materiais. Além da Secretaria de Meio Ambiente, a Secretaria de Saúde tem se destacado no envolvimento com as ações da A3P, ajudando a pensar atividades voltadas as questões ambientais e de qualidade de vida.

“Entre as ações que estamos realizando podemos destacar também a ginástica laboral. Com o apoio do Curso e Educação Física e Fisioterapia, queremos fazer atividades voltadas para a saúde do servidor público, como a ginástica laboral dentro dos setores, onde melhora não apenas a saúde, mas o próprio ambiente de trabalho”, ressaltou o secretário Clóvis Alves.

Presente no lançamento da A3P o prefeito Airton Dipp falou também sobre a importância da questão ambiental na gestão municipal, citando a iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente como exemplar: “Se queremos ter um país onde o meio ambiente seja prioridade, que tenha políticas públicas que possam atender os anseios da população, precisamos ter uma atuação forte nessa área e começar pela Prefeitura. Se nós como servidores municipais não estivermos preocupados com as ações ambientais do cotidiano da Prefeitura Municipal, nós não teremos condições de querer gerir o meio ambiente do próprio município”, salientou.

O lançamento contou também com a presença do vice-prefeito e secretário de Planejamento Rene Cecconello, secretário de Finanças César Bilibio, secretário de Cultura Alex Necker, secretário de Cidadania e Assistência Social, Giovani Corralo, além de representantes da Agenda 21 local e demais entidades ambientalistas.

O que é a A3P?

A Agenda Ambiental na Administração Pública – A3P - é um programa que visa implementar a gestão socioambiental sustentável das atividades administrativas e operacionais do Governo. A A3P tem como princípios a inserção dos critérios ambientais; que vão desde uma mudança nos investimentos, compras e contratação de serviços pelo governo; até uma gestão adequada dos resíduos gerados e dos recursos naturais utilizados tendo como principal objetivo a melhoria na qualidade de vida no ambiente de trabalho.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

'Meio mundo pode ficar inóspito com mudança climática', diz estudo

O aquecimento global pode deixar até metade do planeta inabitável nos próximos três séculos, de acordo com um estudo das universidades de New South Wales, na Austrália, e de Purdue, nos Estados Unidos, que leva em conta os piores cenários de modelos climáticos.

O estudo, publicado na última edição da revista especializada "Proceedings of the National Academy of Sciences", afirma ainda que, embora seja improvável que isso aconteça ainda neste século, é possível que já no próximo, várias regiões estejam sob calor intolerável para humanos e outros mamíferos.

"Descobrimos que um aquecimento médio de 7 ºC causaria algumas regiões a ultrapassar o limite do termômetro úmido (equivalente à sensação do vento sobre a pele molhada, e um aquecimento médio de 12 ºC deixaria metade da população mundial em um ambiente inabitável", afirmou Peter Huber, da Universidade de Purdue.

Os cientistas argumentam que ao calcular os riscos das emissões de gases atuais, é preciso que se leve em conta os piores cenários (como os previstos no estudo).

Roleta russa

Quando o professor Huber fala em um aquecimento médio de 12 ºC, isso significaria aumentos de até 35 ºC no termômetro úmido nas regiões mais quentes do planeta.

Atualmente, segundo o estudo, as temperaturas mais altas nesta medida nunca ultrapassam 30 ºC. A partir de 35 ºC no termômetro úmido, o corpo humano só suportaria algumas horas antes de entrar em hipertermia (sobreaquecimento).

Huber compara a escolha a um jogo de roleta russa, em que "às vezes o risco é alto demais, mesmo se existe apenas uma pequena chance de perder".

O estudo também ressalta que o calor já é uma das principais causas de morte por fenômenos naturais e que muitos acreditam, erroneamente, que a humanidade pode simplesmente se adaptar a temperaturas mais altas.

"Mas quando se mede em termos de picos de estresse incluindo umidade, isso se torna falso", afirmou o professor Steven Sherwood, da universidade de New South Wales.

Calcula-se que um aumento de apenas 4 ºC medidos por um termômetro úmido já levaria metade da população mundial a enfrentar um calor equivalente a máximas registradas em poucos locais atualmente.

Os autores também afirmam que um aquecimento de 12 ºC é possível através da manutenção da queima de combustíveis fósseis.

"Uma implicação disso é que cálculos recentes do custo das mudanças climáticas sem mitigação (medidas para combatê-las) são baixos demais."

Fonte: Folha On Line – 12.05.10

sábado, 23 de abril de 2011

“O homem está em conflito com a natureza

e a cultura humana é a responsável. Logo,

o caminho é a humanização da cultura, assim

a natureza estará em harmonia com a

humanidade”


sábado, 28 de agosto de 2010

PARQUE ESTADUAL DE ITAPUÃ

Para quem gosta de tranquilidade e de um bom piquenique embaixo de uma sombra, uma boa pedida é o Parque Estadual de Itapuã, em Viamão. Localizado a 57 km da Capital, você encontra campos, dunas, praias e morros tudo às margens do lago Guaíba e da laguna dos Patos. Confira os horários e aproveite o calor!

Curiosidade
O Parque Estadual de Itapuã foi criado em 1973 e fechado 18 anos depois. A reabertura ocorreu em abril de 2002. A área de 5,5 mil hectares, onde está localizado o parque foi palco de combates durante a Revolução Farroupilha.

Horário de funcionamento
- De quartas a domingos, das 9h às 18h.
- Nas segundas e terças-feiras, mesmo em feriados, o local fica fechado.
- As Praias das Pombas, da Pedreira e Praia de Fora estão abertas para a visitação do público.

Ingresso
- Custa R$ 4,37 por pessoa e por praia.
- O ingresso deve ser adquirido somente no local, na Estrada Dona Maria Leopoldina, s/nº, Bairro Itapuã, em Viamão.
- Crianças de até dez anos não pagam.

ATENÇÃO!
O parque está atendendo 250 visitantes por praia. Por isso, chegue cedo para conseguir ingresso e não perder a viagem.

Nesta época, o local não oferece praça de alimentação. Então, leve tudo o que você for consumir (água, lanche).

Você pode fazer
- Churrasco (lembre-se de levar carvão, carne, bebida).
- Piquenique
- Tomar banho nas praias
- O parque disponibiliza banheiros, vestiários e chuveiros.

Você não pode levar
- Materiais de pesca ou caça
- Bola
- Fogareiros
- Animais de estimação
- O local possui bastante árvores, o que dispõe de bastante sombra

Como chegar
- De Porto Alegre são 57 km, sendo que 4 km, de estrada de terra.
- Quem estiver na Capital, pela Glória: Avenida Oscar Pereira e Costa Gama, chega na Entrada da Restinga, passa pelo Lami e, seguindo, chega a Itapuã.

- Ou pela Zona Sul: beira do Guaíba e Avenida Juca Batista, passando por Ipanema, Restinga, Lami e a Vila de Itapuã.
- De Viamão: pelo Cantagalo ou pelas estradas Acrísio Prates e Ricardo Vieira Barcellos.

VÁ DE ÔNIBUS:
- Linha Itapuã, no Centro de Porto Alegre, na Travessa Francisco de Leonardo Truda: R$ 4,05, a passagem.

- Horários: 6h15min, 7h15min, 11h15min, 19h, 23h, de segunda a sexta-feira. Aos sábados: 7h, 8h45min, 15h45min, 21h. Nos domingos: 7h30min, 8h45min, 15h45min, 18h, 21h.

- Linha Praia das Pombas, no Centro de Viamão, em frente à antiga Rodoviária: R$ 4, 90, a passagem.

- Horários: 6h45min, 7h35min, 9h, 12h30min, 15h20min, 16h30min, 18h, 20h15min. No sábado: 7h30min, 12h20min. No domingo: 7h30min, 12h40min.

- Informações: (51) 3494-8083

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Pilha solar e display iluminado disputam Oscar da tecnologia


Três inventores europeus que ajudaram a criar displays iluminados, processadores pequenos e rápidos para aparelhos celulares e baterias usadas a partir de painéis solares são os finalistas na premiação europeia internacional conhecido como Millenium Technology Prize.

Os finalistas foram anunciados nesta quarta-feira (13), e vão dividir prêmios que totalizam US$ 1,5 milhão.

O vencedor, que será anunciado em uma cerimônia em Helsinque no dia 9 de junho, ganhará US$ 1,1 milhão, enquanto os demais dividem o restante (US$ 204 mil para cada).

A Academia de Tecnologia da Finlândia, que fez o anúncio hoje, escolheu os pesquisadores entre 55 pessoas e 39 inovações tecnológicas.

O professor da Universidade de Cambridge, Richard Friend, foi selecionado pela invenção de optoeletrônicos que permitem "uma revolução no campo dos optoeletrônicos que tem como consequência a aplicação eficiente de energia na iluminação de aparelhos".

Já Stephen Furber, da Universidade de Manchester, é reconhecido como o principal designer do microprocessador ARM 32 bit RISC há 25 anos, e que é encontrado atualmente em 98% dos celulares no mundo.

Michael Graetzel, que trabalha na Escola Politécnica de Lausanne, na Suíça, concorre pela invenção de baterias solares, "que levam ao desenvolvimento de janelas e painéis solares móveis.

O prêmio, que é bienal, foi lançado pela indústria e pelo governo finlandeses em 2004, envolve pesquisadores de áreas relativas à energia e ambiente, comunicações e informação, novos materiais e processos, assim como ciência e saúde.

Fonte: Folha On Line (14.04.10)